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15/01/2013 - Brasil - Abifa projeta recuperação das vendas de fundidos.

Publicada em 27/11/2012.

A Aeet ssociação Brasileira da Indústria de Fundição (Abifa) reúne esta semana quinze empresas estrangeiras e quarenta brasileiras para a terceira rodada de negócios dentro do Projeto Foundry Brazil, que tem o apoio da Apex, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. “A iniciativa contribui para dinamizar os negócios do setor, em ano de resultados que deixam bastante a desejar”, explica Devanir Brichesi, presidente da entidade, que abriu o encontro na segunda-feira, 26, na sede da Abifa, na Avenida Paulista, em São Paulo.

O setor, que emprega 60 mil trabalhadores, deve registrar este ano a produção de 3,0 milhões de toneladas processadas, 300 mil menos do que em 2011. “Em janeiro projetamos crescimento de 8%, mas acabamos ficando 13,7% abaixo das previsões”, observa o dirigente. Um dos vilões entre os clientes que decepcionaram o setor está a indústria de caminhões, duramente afetada pela implantação do Proconve P7.

“O recuo do segmento de veículos comerciais, que deve comercializar 77 mil unidades a menos do que em 2011, derrubou em nada menos de 100 mil toneladas a projeção de encomendas este ano”, afirmou Brichesi, lembrando que a indústria automobilística, como um todo, absorve 57% da produção de fundidos (um caminhão médio possui 900 kg de fundidos).

De janeiro a setembro, as importações do setor de fundidos somaram 342,3 mil t, valor 6,8% abaixo do registrado em igual período do ano passado (367,4 mil t). As exportações mostraram uma redução de 7,5%, para 1,05 mil t.

Retomada em 2013

Há, no entanto, otimismo em relação à recuperação das vendas em 2013. “O governo vem tomando medidas que devem desintoxicar a economia, como propõe o ministro Guido Mantega, da Fazenda. Além disso, ele sinaliza que o dólar valerá pelo menos dois reais, enquanto os juros devem cair e a energia elétrica custará 20% menos”. Tudo somado, o setor de fundição espera vender 3,5 mil toneladas em 2013, igualando o recorde de 2008, quando 22,5% da produção eram exportados.

“O dólar a dois reais melhora as perspectivas de exportações, embora o segmento de fundição precise de 2,4 para se tornar competitivo diante da China e outros países asiáticos. As vendas externas estiveram reprimidas e será necessário algum tempo para uma retomada de contratos”, pondera Brichesi. Ele projeta uma capacidade de produção de 7,7 milhões de t/ano até 2017, pelo efeito combinado das encomendas crescentes da exploração de petróleo, do avanço do setor automotivo e de ganhos na área de logística com a realização da Copa do Mundo e Olimpíadas.

Com 400 associados entre as 1.350 empresas de fundição existentes no País, a Abifa representa 90% da produção nacional de fundidos, o equivalente a um faturamento de US$ 12 bilhões, ou 0,6 do PIB. “Estamos presentes na maioria das cadeias produtivas”, diz o dirigente.

Brichesi entende que o Brasil tem todas as condições para avançar na indústria mundial de fundição. “Podemos crescer 2,5 PIBs por ano. Temos todas as matérias-primas necessárias. Há disponibilidade de energia elétrica de fonte limpa, com potencial para triplicar a oferta. E somos um dos poucos países onde existem escolas de engenharia para ensinar a prática da fundição. Não dependemos de ajuda externa nesse campo, a não ser de algumas máquinas.”

“Só não avançamos mais porque a macroeconomia e as políticas industriais não contribuíram para isso nos últimos cinco anos. Agora vamos crescer, mas é preciso atenção ao custo Brasil, que precisa ser enfrentado”, registra. Ele alerta para o valor excessivo da mão de obra local, que corresponde a 35% do custo da produção, e abre brechas para as encomendas da China, mais competitivas. “Será necessário, também, acelerar a obrigatoriedade de certificação para muitos produtos e estabelecer barreiras técnicas e de qualidade para as importações”, assinala.

Fonte: Automotive Business / Foundry Gate

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Fonte: UOL Economia

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